Quarta, 13 de Maio de 2026

O facto de esta solução facilitar a vida do proprietário foi o mesmo mote que levou a "Espaços com Vida" a lançar há cerca de um mês e meio o mesmo tipo de serviço. "Os nossos projectos são indicados para pessoas que não têm disponibilidade de tempo para acompanhar todo o processo de construção com a vantagem de o custo ser fixo, não havendo lugar a derrapagens", explica Paulo Rodrigues, director comercial da empresa.

Após os licenciamentos necessários para o arranque da obra, qualquer destes dois projectos compromete-se a entregar a casa concluída no máximo em 12 meses, um prazo curto face ao que acontece habitualmente. Segundo Isidro Fernandes, "em situações normais, uma casa pode demorar dois anos a ser construída, sendo que todos os certificados e licenças podem ainda levar mais um ano até serem obtidos".

Este tipo de casas estão disponíveis a partir de montantes em torno dos 80/85 mil euros, preços que tendencialmente serão mais competitivos do que a oferta tradicional. "Como o construtor trabalha com uma central de compras os preços são mais baixos, esclarece Paulo Rodrigues. Uma opinião partilhada por Isidro Fernandes. "O preço final tende a ser um pouco inferior ao de construções semelhantes, mas com a vantagem de englobar um conjunto de serviços que o cliente habitualmente paga por fora e cujo custo pode rondar entre 10 mil e 15 mil euros [licenciamentos, baixada eléctrica, ramal de água, licença de habitabilidade, entre outros], ", explica este responsável. Na pratica, para o exemplo de uma casa de 80 mil euros, isto equivalerá a uma poupança entre 10% e 20%.

Existem ainda outros conceitos alternativos para construir uma casa chave na mão, com prazos de entrega que podem ser ainda mais curtos. É o que se passa, por exemplo, com as casas modulares. Ou seja, habitações que são construídas com base em módulos produzidos em fábricas, que são conjugados no terreno quase como se tratassem de peças de legos. Entre as principais vantagens deste opção é o facto de ser adaptável à medida que as famílias crescem, bem como o prazo de construção que pode ser encurtado para apenas dois meses. "Ainda existe alguma resistência por esta opção porque as pessoas tendem a pensar que são contentores, mas conseguimos resultados semelhantes aos da construção tradicional", lembra Nuno Sousa, director de marketing do grupo Metalusa, que detém a Téketo, especializada neste tipo de casas.

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)