Quarta, 13 de Maio de 2026

Como poupar até 30% na construção da sua casa

Há cada vez mais empresas a oferecer esta hipótese "chave na mão", com conclusão em 12 meses e descontos que podem chegar aos 30%.

A liberdade de conjugar um conjunto de peças e conseguir chegar a soluções distintas é um dos principais atractivos que reúne milhões de fãs entre crianças e adultos em torno do universo das construções com legos. Há mesmo um estudo da Universidade de Copenhaga que concluiu que, com apenas seis peças de legos, se consegue criar mais de 915 mil combinações diferentes.

Na devida proporção, aquilo que hoje em dia é possível fazer no mundo da construção habitacional quase se pode equiparar à realidade dos legos. Existe um leque muito vasto de soluções cujo objectivo é facilitar, agilizar, flexibilizar e tornar menos dispendiosa a edificação de uma casa. As soluções chave na mão são exemplo disso mesmo e estão a ganhar terreno em Portugal. Ou seja, casas que podem ser escolhidas quase por catálogo, posteriormente adaptadas à medida do futuro habitante, e em que este apenas se tem de preocupar em transportar os móveis e em instalar-se num prazo máximo de 12 meses. Este tipo de oferta está disponível para construções de tipo tradicional, mas também para casas modulares ou de madeira. O preço final é também uma das principais vantagens deste tipo de serviço, já que permite poupanças entre 10% e 30%, consoante os casos. Para tal, apenas é necessário dispor de um terreno habilitado à construção.

No âmbito da construção tradicional, o "Casa Pronta" da imobiliária ERA, lançado há cerca de seis meses, é um dos serviços que permite fazer isso mesmo. O cliente apenas necessita de ter o terreno e escolher o desenho de uma casa de entre mais de duas dezenas de modelos à escolha, mas adaptáveis a cada cliente. Depois, a rede ERA assegura em qualquer ponto do país o licenciamento, a construção e a execução do projecto através da parceria com arquitectos e construtores, num curto prazo de tempo. "O nosso objectivo foi criar um serviço de tal forma completo e abrangente que, sobretudo num período de crise como o actual, ajudasse as pessoas a pensar construir uma casa própria, libertando-as de todo o trabalho e burocracias habituais", frisa Isidro Fernandes, responsável pela ERA de Vila Verde e mentor do "Casa Pronta".

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)