Quarta, 13 de Maio de 2026

Muitos produtos, alguma poupança

Contratar seguros com o banco (de vida, multiriscos, de saúde, automóvel, de desemprego e baixa médica), domiciliar ordenados e despesas regulares, além dos clássicos depósitos, investimentos, PPR e cartões de crédito e débito são exemplos de produtos que lhe podem ser propostos. Mas não se assuste: nem todos os bancos lhe vão pedir que subscreva todos estes produtos para ter acesso ao desconto máximo no 'spread' aplicável. Por exemplo, no Barclays e no Santander bastam quatro produtos para ter acesso à máxima bonificação - 0,5% e 0,95%, respectivamente - enquanto o Montepio exige-lhe apenas a subscrição de uma conta ordenado e de um cartão de crédito para ter acesso a um desconto de 0,3%, o máximo nesta instituição. De ressalvar ainda que o caso-tipo apresentado "beneficiou de uma redução acrescida pelo facto de serem jovens (até 35 anos de idade)", explica o Montepio.

Em contrapartida, na Caixa Geral de Depósitos são três os 'packs' que terá de contratar para conseguir diminuir o 'spread' em 0,45%, num total de 10 produtos e/ou serviços. Já no BES e no BPI são necessários oito produtos, pelos quais recebe em troca descontos de 1,3% e 0,9%, respectivamente. Estas encontram-se entre as bonificações mais generosas do mercado. No entanto, estes são também os bancos que partem de um 'spread' base mais alto. O que significa que, nem sempre uma bonificação superior é, 'per si', sinónimo de uma prestação final mais baixa.

A subscrição de produtos é uma via apetecível para conseguir baixar o 'spread' - mais que não seja, porque é a mais democrática, estando ao alcance de todos. Mas não se esqueça que, na altura de avaliar as vantagens desta opção, não basta olhar para o 'spread'. Terá antes de comparar as diferentes TAER (taxa anual efectiva revista), a única que inclui os custos com a contratação de produtos. Ou seja, tem em conta tudo o que a TAE (taxa anual efectiva) inclui, acrescida destes custos.

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)