Nº DE CERTIFICADOS ENERGÉTICOS EMITIDOS ESTAGNA

A emissão de certificados energéticos tem mantido a estabilidade ao longo dos primeiros meses do ano. Se em Janeiro foram emitidos 5. 592 certificados, em Março esse número foi de 5.710, em Abril subiu a fasquia dos seis mil com 6.213 e em Maio de 6.046.
Números que revelam que a certificação energética segue a evolução do mercado imobiliário e atingiu a estagnação apresentando apenas ligeiras subidas. Ainda longe dos anos de 2008 e 2009 que foram atingidos números de quase 20.000 certificados emitidos mas depois da descida a pique até aos 6.000 no ano passado, o número de emissão de certificados manteve alguma estabilidade.
De acordo com o Market Outlook de Agosto de 2013 realizado pelo Gabinete de Estudos da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - APEMIP, com base na informação da ADENE - Agência para a Energia, a classe C continua a dominar a maioria dos certificados entregues para o segmento residencial, com 1.292 emitidos. Segue-se a classe B com 1.031 e a B- com 960. A classe A+ foi atribuída a 217 edifícios e a classe que fica no fundo da tabela a G teve 187 certificados.
Os apartamentos com tipologia T3 são os que mais têm sido atribuídos certificados energéticos. Em Maio deste ano foram emitidos 1.978, seguido do T2 com 1.531, sendo o T5 superior com o menor número, 288 certificados.
Os edifícios de habitação construídos depois de 2010 foram os que mais certificados conseguiram até Maio (1.874). Uma diferença ainda considerável para os outros edifícios construídos em data anterior a 2010. Na faixa dos edifícios construídos entre 2000-2010 foi de 505 e na década de 1990 - 2000 de 685, diminuindo a cada década passada.
