Quarta, 13 de Maio de 2026

CRÉDITOS À HABITAÇÃO SOBEM LIGEIRAMENTE

Já não é novidade nenhuma que as vendas de casas têm caído abruptamente nos últimos anos, contudo, no primeiro semestre a quebra abrandou e estagnou e até se verificam sinais positivos com uma subida ténue na concessão de crédito para habitação.
Se também a economia portuguesa cresceu 1,1% no segundo trimestre do ano em relação ao primeiro, é um sinal que existe esperança para todos os sectores, nomeadamente o imobiliário.


Para comprovar estão os números avançados pelo Market Outlook de Agosto de 2013 realizado pelo Gabinete de Estudos da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - APEMIP, relativamente ao crédito à habitação. Em Janeiro deste ano foram concedidos 149 milhões de euros para crédito à habitação, em Março saltou para os 166 milhões e em Abril foi de 165 milhões de euros. São ténues avanços mas que demonstram alguma confiança no mercado.


Estes números são também consequência da estabilidade da Euribor a seis meses e taxa de referência do BCE que no princípio do ano encontrava-se em 0,36% e foi descendo ligeiramente até atingir os 0,30% em Maio e 0,32% em Junho. Também a Taxa de juro dos empréstimos concedidos para habitação, mantiveram-se estáveis, entre 3,28% em Janeiro deste ano e os 3,20% em Abril. Relativamente ao Spread médio aplicado aos novos créditos à habitação rondaram entre o mínimo de 2,94% e máximo 4,03% no primeiro mês do ano e os 2,88% de mínimo e 3,85% de máximo em Abril.

 

Descida das prestações, dos valores dos créditos e da avaliação

Quanto às prestações médias nos novos créditos os valores situaram-se entre os 321 euros em Janeiro e os 296 euros em Maio. Já o valor médio dos novos créditos concedidos para habitação foram descendo nos primeiros meses do ano, em Janeiro foi de 75.042 euros, em Março de 70.489 e em Maio de 69.555 euros. Uma descida que se verificou também no valor médio de avaliação bancária na área residencial. Se em Janeiro foi de 1.008 euros por metro quadrado (€/m²), em Maio foi de 996 €/m².


No que diz respeito ao valor médio de avaliação bancária (€/m²) por regiões no segmento residencial, o Algarve e a Região Autónoma da Madeira lideraram com 1.228 e 1.210 €/m², respectivamente. A região de Lisboa ficou no terceiro lugar com um valor de avaliação médio de 1.168 €/m². A Região Autónoma dos Açores com 949 €/m², a região Norte ficou pelo 879 €/m², o Alentejo com 858 €/m² e o Centro com 833 €/m².

 

Fonte: diarioimobiliario.pt  | 17 de Agosto 2013

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(continua)