Quarta, 13 de Maio de 2026

 

Estes variam em natureza dos chamados family offices (fortunas familiares geridas por profissionais), aos fundos oportunistas (normalmente de origem americana) e, mais recentemente, também a alguns fundos imobiliários e de pensões europeus, mais tradicionais. Embora com objetivos de rentabilidade diferentes (mais exigentes os oportunistas, e com visão de mais longo prazo os fundos e family offices), o que os une é a realização de que o imobiliário português, que sempre primou pela qualidade, começa a ter agora também um preço atrativo".

Quanto aos volumes de investimento por setor de atividade em Portugal, o setor de retalho, em grande parte pelo negócio já referido da venda de metade do CascaiShopping, representou cerca de 89% do total do investimento do semestre. Seguiu-se o setor de escritórios, ao qual foram destinados 10% do volume total investido e o sector de industrial, com uma representatividade marginal.

Na Europa¸ os setores de retalho e industrial têm tido um papel mais predominante no crescimento da atividade imobiliária ao longo do ano, crescendo respetivamente 14% e 13%, tendo o setor de escritórios atingido o melhor desempenho do último trimestre, crescendo cerca de 4% para um total de 15,1 mil milhões de euros, representando 47% do mercado.

Em relação às yields prime, desde meados de 2007 que têm vindo a corrigir de forma generalizada, sendo contudo o impacto maior em termos de desvalorização dos ativos no mercado secundário. Em Junho de 2013 as yields prime situaram-se nos 7% para o comércio de rua; 7,75% para centros comerciais e escritórios; e 9,75% para industrial.

As yields variam entre os 100 e os 275 pontos-base quando comparadas com o pico do mercado em 2007. A incerteza quanto ao momento em que se irá dar a inversão da curva de crescimento da economia nacional reflete-se numa estagnação do valor das yields nos dois últimos trimestres, prevendo-se uma manutenção dos valores até ao final do ano.

 

Fonte: www.oje.pt 05 de Agosto 2013

 

[topo]
Anterior   Pág. 2 / 2   


Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)