No entanto, a procura de imóveis residenciais para aquisição é ainda uma realidade, encerrando no âmbito nacional cerca de 50% das pesquisas no final do ano. Numa análise por tipo de imóvel, 58,4% das pesquisas direccionaram-se para apartamentos e 31% para moradias.
Por tipologia a procura continua segmentada maioritariamente nos T2 e T3, à semelhança da oferta, mas com uma crescente relevância dos T1 (comparativamente a 2010 e 2011).
Para o montante pesquisado no âmbito nacional, verifica-se que quase um quarto se direccionou para valores inferiores ou iguais a 75.000 euros, 33% entre os 75.000 e os 125.000 euros, e 19,8% entre os 125.000 e 175.000 euros. No que concerne à oferta, os valores médios praticados no ano em análise, concentraram-se maioritariamente entre os 75.000€e os 125.000 euros (29,7%), e entre os 125.000 e os 175.000 euros (21,7%).
Alargando a análise ao nível municipal, tendo como referência o ano de 2012, Lisboa encontra-se no topo no âmbito dos concelhos mais pesquisados com 10,6%. Na procura de apartamentos registou 15,7%; no que concerne a imóveis não residenciais teve cerca de 6,4% de procura; e somou ainda 8.8% nos imóveis para compra e 14,2% no caso de arrendamentos.
Na procura de moradias, Vila Nova de Gaia lidera com 3,9% de pesquisas geradas, ocupando Lisboa o 7.º lugar. De mencionar ainda que, no que se refere ao arrendamento, o maior nível de pesquisas centralizou-se em concelhos dos distritos de Lisboa e do Porto.
Fonte: sol.sapo.pt | 20 de Abril, 2013
