Quarta, 13 de Maio de 2026

Cientistas holandeses inventam betão vivo

Uma equipa de investigadores da Universidade Técnica de Delft, na Holanda, está a desenvolver um novo tipo de betão capaz de se autorreparar. Trata-se de um "bio-betão" que contém bactérias que tapam microfissuras.

Em qualquer altura poderão surgir fissuras muito pequenas nas estruturas em betão armado, que podem durar, em média, cerca de 100 anos. Segundo os cientistas, o novo betão aumentará a esperança de vida destas construções em 20 a 40 por cento.

Os investigadores juntaram à mistura de gravilha, cimento e água, uma microcápsula contendo bactérias "adormecidas" e um nutriente. Nas zonas onde surgem microfissuras, as microcápsulas rompem-se libertando o seu conteúdo. Logo que entrem em contacto com a água, que uma vez infiltrada acaba por ser alojar nestas zonas, as bactérias transformam os nutrientes em carbonato de cálcio, o principal componente das rochas calcárias.

Nos testes já realizados em laboratório, demorou entre um e quatro meses a reparar uma microfissura.

50 por cento mais caro

A equipa liderada pelo microbiólogo Henk Jonkers, de que também fazem parte engenheiros de materiais, colocaram em cada metro cúbico de betão cerca de 100 mil bactérias e para alimentá-las, lactato de cálcio, um conservante natural usado na indústria alimentar.

A investigação entra agora numa nova fase, com a realização de experiencias em ambientes reais que projetam para 2016 a chegada ao mercado deste "bio-betão".

Segundo Henk Jonkers, este novo material de construção destina-se, sobretudo, a "edifícios em que as fugas sejam problemáticas, como por exemplo túneis, bem como aqueles que estejam mais expostos à corrosão, como por exemplo os que estão sujeitos ao ambiente marítimo". Mas quanto custa este "bio-betão"?

Adicionar as bactérias implica um custo acrescido, por quilo de betão, compreendido entre os dois e os três euros, o que deverá aumentar em 50 por cento o preço do betão usado atualmente.

"Isso será compensado com a redução dos custos de manutenção e o aumento da esperança de vida dos edifícios", argumenta Henk Jonkers.

 

Fonte: expresso.sapo.pt | 18:02 Sexta feira, 7 de dezembro de 2012

 

 

 

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