Quarta, 13 de Maio de 2026

Como aproveitar os imóveis em leilão pelos bancos

Se o ditado diz que a ‘necessidade aguça o engenho', também dizem os antigos que "é nas maiores crises que surgem as melhores oportunidade". Os bancos parecem ter levado à letra cada um dos dizeres, e estão de mangas arregaçadas a tentar fazer frente a uma das maiores crises do sector imobiliário.


Com as carteiras recheadas - são milhares as famílias portuguesas que já se viram obrigadas a entregar as casas ao banco por não conseguirem cumprir com as suas obrigações de pagamento - as instituições financeiras vêem-se a braços com a difícil tarefa de conseguir transformar em dinheiro todas as casas que têm na sua posse. E porque os tempos não estão para brandos costumes, os dois maiores bancos nacionais apontaram baterias à redução dos imóveis em carteira e estão no mercado com campanhas agressivas, com condições mais vantajosas e com durações mais longas do que as que lançam habitualmente. É o caso das iniciativas da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que apresentou uma campanha dirigida sobretudo a investidores estrangeiros, luso-descendentes e investidores nacionais, e que se pode chamar de ‘oferta de imóveis com rendimento garantido'. O objectivo é vender imóveis destinados a arrendamento, mas já com inquilinos incluídos. Desta forma, o comprador garante retorno, sem período de carência e sem os transtornos de ter de encontrar um inquilino, garantir a sua fiabilidade e ainda tratar de todo o contrato de arrendamento, uma vez que a CGD faz isso por ele.


Todos os detalhes sobre esta nova iniciativa estão disponíveis no site www.caixaimobiliario.pt, que foi recentemente apresentado pela instituição e faz companhia a uma outra: ‘compre casa na Caixa e os custos ficam por nossa conta'. Isto significa que quem aproveitar para comprar um dos imóveis da carteira do banco que esteja abrangido por esta campanha, não precisa de pagar, entre outros, IMT, imposto de selo, preparação de minuta e casa pronta, uma vez que a CGD oferece esses custos. Esta campanha vai estar disponível até ao próximo dia 31 de Março, segundo as informações do site.

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)