Quarta, 13 de Maio de 2026

Algarve: habitação nova já escasseia em alguns locais

Em Portimão, no Algarve, a oferta de casas continua a ser grande e, por isso, os preços estão em queda. O inverso acontece em alguns locais de Faro, Quarteira e Vilamoura, onde a procura supera largamente a oferta, daí a progressão dos preços de venda ao público. A comprovar este facto estão os dados da Confidencial Imobiliário (CI)/Lardocelar.com, segundo o qual, no segundo trimestre de 2011, "os preços da habitação apresentaram uma ligeira valorização na região do Algarve", sendo que "o segmento dos fogos novos foi o principal impulsionador desta melhoria, com uma valorização trimestral de 1,6%". Na habitação usada, "a performance da habitação no Algarve foi oposta, caindo 1,1% no 2º trimestre de 2011, quando no trimestre anterior havia valorizado 0,5%".

Para Reinaldo Teixeira, da Garvetur, a valorização é explicada pela maior procura em certas zonas da região e nas zonas com maior apetência turística não se encontra já oferta que satisfaça a procura. "O que se está a vender, neste momento, é superior ao que se está a construir", explica Reinaldo Teixeira.

Esta situação está associada à diminuição de novos empreendimentos , especialmente a partir de 2008, devido à retracção da procura. Para Reinaldo Teixeira, sendo a procura de habitação nova muito superior à usada, "está na hora de os promotores pensarem em voltar a construir nas zonas de maior procura", para colocar no mercado nos próximos dois a três anos. Apesar de ter em carteira imóveis com diferentes preços e destinados a clientes diversificados, Reinaldo Teixeira adianta que, neste momento, tem casas a preços entre 70 mil e 300 mil euros (T1) e de 80 mil a 500 mil euros (T2). No caso de localizações mais procuradas, como é o caso de Vilamoura, os preços oscilam entre 150 mil e e 600 a 700 mil euros.

De acordo com os dados do Confidencial Imobiliário, o valor médio de oferta na região do Algarve alcançou, no primeiro trimestre de 2011, 1.846 euros/m2 para os fogos novos e 1.702 euros/m2 para os usados, valores próximos entre si, mas mais baixos do que em 2010. Os concelhos de Monchique, Loulé e Albufeira lideravam, no primeiro trimestre de 2011, o 'ranking' dos mais caros, com valores médios de oferta por m2 de 2.423 euros, 2.229 euros e 2.044 euros, respectivamente.

Fonte: economico.sapo.pt (25/09/11 09:10)

 

[topo]


Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)