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2. Negócio (quase) imune à crise económica
O negócio da mediação de luxo continua menos vulnerável à crise. Segundo o administrador da Sotheby's, Tiago Queiroga, o que se nota é que "os negócios que se fechavam em três meses agora demoram seis". Contudo, não falta negócio. A recém-criada IRG Luxury já vendeu mais de metade dos apartamentos do Palácio Estoril Residências, onde os preços rondam quatro milhões de euros. A Sotheby's é, apenas quatro anos depois de entrar em Portugal, a número um na rede internacional da empresa em termos de novas angariações. Além disso, as casas que vende custam, em média, um milhão de euros e a mais cara que vendeu o ano passado custou três milhões. Esta situação explica-se por haver muitos estrangeiros, nomeadamente brasileiros, a apostar em Portugal, não tanto no Algarve, mas mais em Lisboa, Estoril ou Cascais.
3. Comissões de 6%
Nas mediadoras tradicionais, como a Remax ou ERA, a comissão cobrada pelo mediador é de 5% e, segundo os responsáveis dessas empresas, o valor é fixo. Nas mediadoras de luxo, apesar das casas serem mais caras, a comissão é de 6% e nalguns casos pode ser variável. A IRGlux pratica comissões que oscilam entre 3% e 6%.
4. Casas a partir de um milhão de euros
As casas à venda nestas mediadoras de luxo não custam menos de um milhão de euros e há casos em que podem mesmo ultrapassar 20 milhões de euros. É o caso de moradias na Quinta Patiño, em Cascais, na Quinta do Lago ou Vale do Lobo, no Algarve ou até de um palacete histórico em Lisboa.
Fonte: economico.sapo.pt (09/06/11 13:00)
