Quarta, 13 de Maio de 2026

“Arrendar Casaâ€â€¦ será a solução!

Hoje, com o elevado valor dos spreads associados ao crédito habitação, bem como com as criteriosas exigências das instituições financeiras, sentimos que o mercado tem de caminhar em direcção ao arrendamento urbano, de modo a encontrar as soluções necessárias para satisfazer os clientes. 

 Os interessados continuam a ter de ir viver para algum lado. Se não se consegue comprar, é necessário poder arrendar. E, para tal, o mercado tem de ter produto e preço.

Ainda há pouco, um amigo, numa visita a Berlim, viu apartamentos no mercado de arrendamento, localizados próximo do centro da capital, a preços semelhantes aos que apenas encontramos nas áreas limítrofes de Lisboa. Não critico os proprietários por exigirem demasiado pelo serviço da renda. Critico, sim, o que obriga o mercado a adicionar um elevado prémio de risco por tudo o que envolve um arrendamento urbano no nosso país.

Os preços são elevados devido à reduzida oferta de produto e aos riscos inerentes a esta actividade, nomeadamente os financeiros associados às dificuldades de resolução de eventuais incumprimentos. E este risco tem um elevado prémio que encarece o serviço final da renda.

Estarei a reduzir ao ínfimo o problema? Talvez, mas não tenho dúvidas de que, se algo eficaz fosse desenvolvido no que diz respeito à coercibilidade, responsabilidade e segurança do proprietário/investidor, passaríamos a ter outro mercado de arrendamento.

O grande desafio é conseguirmos evoluir de um "mercado de aluguer" para um verdadeiro "mercado de arrendamento". Andamos todos a brincar aos "alugueres", em vez de trabalharmos os arrendamentos. O risco operativo assim o obriga. Aos proprietários, "obriga-os", na maioria das situações, a não declarar tais proveitos; aos arrendatários, a não os considerar como custos e, por isso, a sensibilizar o senhorio a reduzir a renda, e a nós, players do sector, a olhar pouco para este segmento e a considerá-lo mal pago pelos riscos que insere. Acreditamos que o mercado necessita e solicita ..."Arrendar Casa". Este será o próximo passo que daremos.

 Luís Mário Nunes, Director-Geral ComprarCasa - Rede Imobiliária da Apemip

 

Fonte: oje.pt (14/10/10, 00:10)

 

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)