Quarta, 13 de Maio de 2026

Licenciamento no Concelho de Porto cai 49%

No primeiro trimestre de 2010, foram licenciados 60 novos fogos no concelho do Porto, o que representa uma quebra de 49% face ao trimestre homólogo. Em relação ao trimestre anterior a contracção foi de 76%. Mantém-se assim a tendência de quebra, como revelam os dados Obras & Negócios, da Confidencial Imobiliário, que se baseia na análise dos dados do licenciamento municipal de obras disponibilizados pelas autarquias. Segundo a Confidencial Imobiliário esta descida pode ser explicada "pela forte redução do licenciamento de edifícios com mais de 20 fogos. 

  O licenciamento de projectos de construção nova, avança o comunicado, "também apresentou uma tendência decrescente, com apenas três edifícios de apartamentos a serem licenciados nos primeiros três meses do ano". A Confidencial explica que o ritmo de emissão de licenças dos edifícios de apartamentos tem vindo a cair ao longo do tempo, com 25% de quebra em termos trimestrais e 30% em termos homólogos, seguindo a tendência do ano anterior, quando a contracção havia sido de 28% face a 2008. No caso das moradias, o cenário não é mais optimista, observando-se reduções trimestrais próximas dos 70%. Sobre as intenções de investimento, entraram em carteira 61 novos prédios no primeiro trimestre no Porto, num total de 908 novos fogos, estando por licenciar 59% das obras e 17% do número de fogos. As intenções de investimento têm por base a observação das obras que entraram em carteira, que tem por base a emissão de declarações provisórias de eficiência energética (DCR) por parte da ADENE - Agência para a Energia.

  Gaia e Matosinhos Também nos concelhos de Gaia e Matosinhos se registou um perfil de contracção acentuado neste período.  Em Matosinhos, a quebra no licenciamento também foi acentuada, com a emissão de apenas duas licenças para prédios novos no primeiro trimestre do ano, menos 75% em termos homólogos e menos 50% em termos trimestrais. Ainda assim, no número de fogos novos licenciados (62) a tendência foi de estabilização face ao trimestre anterior, fruto do maior peso relativo dos edifícios maiores. Este último trimestre de 2009 havia apresentado uma recuperação assinalável face aos dois trimestres precedentes, que registavam quebras abruptas em relação ao primeiro trimestre de 2009, quando foram licenciados 65% do total de 194 fogos novos contabilizados ao longo do ano 2009. Os dados do primeiro trimestre de 2010 relativos a Gaia apontam para duas realidades distintas, com o mercado de promoção em edifícios a reduzir-se drasticamente e o mercado de moradias a manter o ritmo, com subidas quer trimestrais quer homólogas. Em número de fogos novos licenciados, dado este crescimento nas moradias e decréscimo na dimensão dos edifícios de apartamentos, a nota é de descida, com um total de 83 fogos licenciados no primeiro trimestre de 2010, contra 123 fogos licenciados no período homólogo e 106 no trimestre anterior.

Fonte: oje.pt (29/07/10, 16:07)

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