Quarta, 13 de Maio de 2026

Casas de madeira. E se morasse numa?

Construir uma casa é um processo muito longo, que quase nunca dura menos de dois anos. Contudo, já há alternativas no mercado. Se escolher uma casa modular de madeira, ou seja, pré-fabricada, pode ter uma casa nova em três meses. É tão simples como escolher os tipos de módulos, a quantidade e como os quer agrupar. Depois é montá-los, o que pode demorar entre um a quatro dias, consoante o tamanho da casa.

Esta é uma das principais razões porque as casas de madeira estão a ganhar cada vez mais adeptos - particulares e promotores -, mesmo quando a tradição portuguesa diz que uma casa para viver deve ser de tijolo e cimento. Segundo dados da Associação dos Industriais da Madeira e do Mobiliário (AIMMP), "a procura de casas de madeira tem aumentado nos últimos três anos, principalmente como segunda habitação, apesar da conjuntura de crise". E apesar de ainda "estarmos longe dos padrões europeus de consumo, em que as casas de madeira são uma opção natural e preferida pela maior parte da população", as empresas portuguesas produtoras de casas de madeira já sentem os efeitos desse aumento da procura.

A Tropimaloca, uma empresa de Sintra, registou um aumento de 60% nos últimos três anos, chegando a desenvolver 24 casas por ano. Já a Jular, empresa com 37 anos e que se dedica à comercialização de produtos de madeira, apostou nas casas de madeira modulares no último ano e viu a facturação disparar, representaram já 60% da facturação total da empresa.

Os tipos de casas  Há dois tipos de casas de madeira. As personalizadas, ou seja, aquelas que são feitas de raíz como as casas de cimento, e as modulares, que são módulos de madeira pré-fabricados e que se podem agrupar até uma determinada dimensão.

A Jular ou a Modular System disponibilizam casas deste tipo que podem ser agrupadas de várias formas, até em altura. Na Jular, por exemplo, há 15 tipos de módulos diferentes, com 22 ou 30 metros quadrados (m2), e "as casas podem crescer até três pisos" ou ficar com um máximo de 350 m2. Além disso, "a parte técnica, onde estão as ligações de água, luz e telecomunicações e a fossa séptica, já vem preparada para uma casa com 15 módulos agrupados", acrescenta Hélder Santos, administrador da Jular.

As vantagens são muitas, diz este responsável, mas uma da principais é a flexibilidade. "Uma casa não devia ser estanque mas sim algo que evolui conforme a família cresce ou diminui, por exemplo, com um nascimento ou um divórcio", remata.

As vantagens ...

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Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar.

E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. 

Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.

"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. 

Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral.

Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são: 


(continua)