Valor médio de avaliação bancária da habitação cai 0,1% em Maio, diz INE
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De acordo com Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação, divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), "a Área Metropolitana de Lisboa apresentou uma variação em cadeia de menos 0,3%, enquanto na do Porto esta variação foi de menos 0,1%".
O INE avança que, "em termos homólogos, o valor médio de avaliação aumentou 3,3%, reflectindo variações positivas da maioria das regiões". A região do Algarve e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira apresentaram variações negativas de 0,2 e 1,8%, respectivamente. Por oposição, acrescenta o instituto de estatísticas, "foi nas regiões Norte (4,8%) e Centro (4,3%) que se observaram as variações positivas mais intensas".
O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos foi de 1.248 euros por metro quadrado em Maio, o que representa uma diminuição de 0,2% face ao mês anterior.
Uma análise por NUTS II demonstra que apenas as regiões do Alentejo (1.109 euros por metro quadrado) e do Algarve (1.493 euros por metro quadrado) viram aumentar o valor médio de avaliação bancária em 1,0 e em 0,1%, respectivamente. Em termos homólogos só a Região Autónoma da Madeira registou uma redução de 2,9%, para um valor médio de avaliação de 1.420 euros por metro quadrado. Nas restantes regiões as variações homólogas situaram-se entre 1,7% no Algarve e 8,6% na Região Autónoma dos Açores.
Nas moradias o valor médio da avaliação bancária para o total do País em Maio foi de 1.031 euros por metro quadrado, uma subida de 0,2% face a Abril e de 1,8% em termos homólogos. "As regiões do Norte, do Centro e de Lisboa apresentaram variações mensais positivas de 0,5%, de 0,4% e de 0,1%, respectivamente", enquanto as restantes regiões NUTS II "registaram variações em cadeia negativas". Em termos homólogos o Norte e o Centro apresentaram as subidas mais elevadas: 4,1 e 3,6%, respectivamente.
O Algarve e a Região Autónoma da Madeira apresentaram, por seu turno, as variações homólogas mais negativas: menos 5,9 e menos 4,3%, respectivamente.
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Fonte: oje.pt (29/06/10, 12:27)
