Quarta, 13 de Maio de 2026

Porto-Viana pela A3 da Brisa sai mais barato que pela A28

A uma taxa de oito cêntimos por quilómetro, conforme a tabela já publicada pelo Governo em Diário da República, a viagem do Minho até ao Porto pela Scut A28 será mais cara do que pela A3, da Brisa. A diferença é de poucos cêntimos, mas não reflecte a diferença no perfil das duas vias.

É que enquanto a A3 - construída de raiz com portagens e com perfil de auto-estrada no troço entre Anais (Ponte de Lima) e Maia - cobra 4,55 euros e tem apenas cinco saídas-entradas, na A28 o cenário é bem diferente.

O preço a cobrar pela viagem entre Viana do Castelo e a Maia pela Scut deverá rondar os 4,80 euros, numa via que foi idealizada sem portagens, como se percebe ao analisar o troço entre Viana do Castelo e Esposende. Entre trânsito local e as várias saídas, algumas delas para servir pequenas aldeias, são cerca de uma dezena as entradas e saídas daquela via, entre outras características que ilustram o seu carácter de via rápida e integrada, à altura da construção, num itinerário complementar (IC1). Diferenças que num percurso semelhante, a rondar os 60 quilómetros, estão bem patentes mas que não são reflectidas no preço final ao automobilista, a avaliar pela própria tabela da Brisa (concessionária da A3).

De resto, tal como revelou recentemente o autarca de Viana do Castelo, à data da construção da A28, a sua edificação foi feita com a promessa do Governo (PSD) de então de ser uma alternativa não portajada à A3 que, por Ponte de Lima, ligaria Valença a Braga. "Cheguei a ameaçar o ministro das Obras Públicas de me demitir se não fosse assim", contou Branco Morais, o último autarca do PSD de Viana do Castelo.

Entretanto, o Movimento Naturalmente não às Portagens na A28, pela voz de Jorge Passos, já fez saber que se trata de um valor incomportável não só para a generalidade dos utilizadores desta via rápida, mas principalmente para o tecido económico da região, que ficará numa situação "muito complicada" a partir de 1 de Julho.

Jorge Passos garante que o movimento continuará a lutar para que não haja portagens na A28 e espera que esta notícia "seja um clique na mente da maioria das pessoas, que estão muito serenas e acomodadas com a situação".

O porta-voz do movimento diz que a população tem de "acordar" de vez para esta luta e fazer contas para perceber que "isto lhe vai custar muito dinheiro". "Imagine uma pessoa de Viana que trabalhe no Porto. Tem de fazer cerca de 62 quilómetros pela auto-estrada, o que significa que por dia vai pagar 10 euros de portagens. Em 20 dias de trabalho, pagará 200 euros. Será uma perda de rendimento muito significativa, em muitos casos até dramática", diz.

Jorge Passos adianta ainda que a medida terá consequências "terríveis" para as empresas, já que um pesado por uma viagem de ida e volta entre o Porto e Viana do Castelo poderá pagar 25 euros. "Será incomportável, e muitas empresas poderão mesmo ter de fechar as portas, o que significará mais desemprego", sublinhou.

Fonte: dn.sapo.pt (11 Junho 2010)

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