Quarta, 13 de Maio de 2026

Redes inteligentes controlam trânsito

O objectivo é fazê-lo poupar 30% do tempo que gasta no trânsito. Trata-se de uma nova tecnologia que permite controlar o tráfego de toda uma cidade e través de redes inteligentes diminuir ou aumentar o tempo dos semáforos. E além disso, ajuda a combater as emissões de CO2. O sistema vai ser aplicado em Lisboa, depois de ter sido assinado um protocolo, na sexta-feira, entre a câmara municipal e a Siemens, empresa que desenvolve a tecnologia.

"Com um controlo feito por algoritmos inteligentes, consegue--se gerir o trânsito. Este é analisado em tempo real por câmaras espalhadas pela cidade, que controlam os semáforos de forma a optimizar o trânsito", explicou ao DN Francisco Rauter, especialista em soluções de trânsito da Siemens. Assim é possível saber quais e como se comportam os fluxos de veículos a certas horas, se há acidentes, obras ou outras situações que dificultem o trânsito.

A tecnologia, que funciona em tempo real, já é aplicada nos EUA, Alemanha e Reino Unido. Com a monitorização inteligente, o tempo de espera tem baixado em 30%. A Siemens não adianta a data de implementação do novo sistema na capital do País, mas admite estar para breve.

Se estas mudanças forem feitas ao mesmo tempo que se altera a alimentação de combustível para electricidade, o caminho para a melhoria da sustentabilidade pode estar traçado. Em Portugal, o Governo espera que, em 2020, 10% dos veículos em circulação usem esta energia limpa, o que pode significar a redução de 25% das emissões de CO2.

Outra das tecnologias que pode ser implementada em Lisboa chama-se ELV (Extra Low Voltage) e consiste em semáforos que funcionam a baixa voltagem. "Em vez dos convencionais 200 volts, estes funcionam só com 48. As poupanças energéticas são imensas", diz o especialista da Siemens. Outra vantagem é a segurança: com baixa voltagem elimina-se o perigo de electrocussão caso um veículo bata no semáforo.

"Cada vez se fala mais nas cidades sustentáveis e o trânsito é um factor fundamental para a qualidade de vida, ambiente e competitividade", diz o perito.

Fonte:  http://dn.sapo.pt (17-05-2010)

 

 

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